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Detetives ecológicos

  • 2 de nov. de 2021
  • 1 min de leitura

Conheça mais um serviço fornecido pelos corais

Imagem aérea do Arco Costeiro do Banco de Abrolhos. Foto: F. Moraes – PELD ABRS
Imagem aérea do Arco Costeiro do Banco de Abrolhos. Foto: F. Moraes – PELD ABRS

Afinal, poluentes lançados na bacia do Rio Paraopeba e em outras bacias no desastre ecológico com o rompimento da barragem da Samarco, em Brumadinho (MG), afetaram ou não o  banco coralíneo do Parque Nacional Marinho dos Abrolhos e adjacências?


Essa é uma questão que pesquisadores do PELD Abrolhos – ABRS (BA) e cientistas australianos tentam responder.


Eles propõem nova linha de pesquisa que tem ajudado a desvendar mais um serviço fornecido pelos corais: o de “detetives ecológicos”. A matéria publicada pelo site ((OECO)) fala de onde veio a inspiração para o uso desse termo pelos cientistas e, afinal, qual a proporção do estrago causado no oceano e no ambiente de corais.


As ferramentas usadas para mapear a presença dos componentes químicos ao longo do percurso da bacia são ineficientes no oceano.


É onde os “corais detetives” começam a agir. Esses animais marinhos constroem seu esqueleto ao longo de muitos anos, a partir de substâncias adquiridas no oceano. Fazendo um “raio-x” desse esqueleto, é possível identificar quais substâncias ou compostos estavam no mar durante o processo. É como um “arquivo natural”, como os elos nos troncos das árvores.



Entenda que o negacionismo no argumento das mineradoras cientificamente não procede.


Márcia Dementshuk – Peldcom


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Image by THLT LCX

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